
arrependo-me imenso de muitas das escolhas que fiz, se assim não fosse, seria perfeita, como tu me costumas chamar. arrependo-me de te ter começado a achar piada, arrependo-me de ter pensado em ti - como se pensa em alguém especial - mesmo antes de o seres. não me arrependo de ter abdicado de alguém para ficar contigo, não me arrependo de me ter entregue a ti, não me arrependo de fazer parvoíces no meio da rua contigo, não voltava atrás no que toca a cada um dos actos exercidos por nós, naquelas tardes, em que estávamos (quase) sozinhos e endoidecemos de vez. o ciúme é uma coisa muito feia de ver - e a propósito de sentir, também - não achas ? não respondas. um dia vou descobrir mesmo a resposta para tudo, quando formos para a nossa praia, tivermos o nosso castelo, eu acordar todos os dias a teu lado, e tu me chamares tua princesa. amas-me? eu sei a resposta, meu amor. um dia, quando eu já não importar e o nosso amor se esvair no ar, no passado e com o tempo, ainda vais relembrar tudo aquilo que passamos juntos ? RESPONDE-ME ! ainda te vais lembrar da minha casa ? de todas as divisões, e sobretudo as 3 mais importantes ? e de tua casa ? vais-te lembrar da tua casa , ou do parque da vila beatriz ? não me respondas, tenho medo de ouvir. o medo é mau, e faz-nos recear, o medo corta-nos a respiração e proíbe-nos de continuar, eu tenho medo de te perder, sobretudo em noites frias como esta em que não tenho a tua mão para segurar com muita força, em que não tenho o teu ombro para chorar. um dia ainda te pergunto o teu nome !
Sem comentários:
Enviar um comentário