-bem, ao menos tem bons gostos..
-tem bons gostos ?
-Sim, ouve avenged sevenfold e.. tu..
então é um gosto que interessa a poucos, que poucos têm, e que tu tens !
WARNING!: EVERYTHING THAT IS POSTED ON THIS BLOG MAKES PART OF A PRIVATE LIFE, READ IT, RATE IT. DON'T MAKE ANY COMMENTS ABOUT LIKES OR DISLIKES, THEY WILL BE AUTOMATICALLY ERASED, AND WON'T BE READ! ALFINET, THANKS YOU.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
português.
-«Acabado o amor, resta a amizade», não é verdade? É uma lição para as vossas relações pessoais, mau era se depois do amor viesse o ódio.
- E é o que acontece a maior parte das vezes. Garanto-vos que depois do amor vem o odio. digo-o eu, que estou aqui cheia de dores !
- E é o que acontece a maior parte das vezes. Garanto-vos que depois do amor vem o odio. digo-o eu, que estou aqui cheia de dores !
domingo, 25 de setembro de 2011
what if ?
Talvez devesse dormir a vida toda, sonhar contigo como sonhei a noite passada, acordar por estar demasiado de rastos para continuar a sonhar. sonhar que nos temos outra vez e chamar o teu nome quando nao te consigo alcançar. estou a enlouquecer. já nao sei se quero dormir. a unica maneira de nao sofrer é estar acordada. a unica maneira de te ver é estar a dormir. onde estás Pedro? onde é que estavas quando cai em frente a ti? onde estavas quando deixei de sentir fosse o que fosse? onde estás quando berro o teu nome durante a noite? onde estás quando estás à minha frente? como é que deixámos que as coisas fossem assim?
Para mim, ou as coisas são, ou as coisas nunca foram ! Ainda não me debrucei o suficiente sobre este assunto para me poder maguar de uma vez e perceber: que nunca foi !
por favor faz com que passe, faz com que deixe de doer. tenho saudades de te conhecer, tenho saudades de andar de mão dada contigo e te contar tudo, como sempre fizemos !
sonhei que voltavas, e depois a tua ex-namorada veio falar comigo. sonhei que te afastaste outra vez, que te arrancaste de mim, quando acordei com o meu grito e com a respiração a mil, percebi que a ultima coisa que quero na vida, é que voltes a devorar-me os dias e as noites, como fazias em Maio, quando me abandonaste sem me avisar !
não voltes, se não for para tratares da nossa casa, se não for para nos completar-mos, não voltes. nem a mim, nem aos meus sonhos !
não me queiras, não me ames, não te sinta ! mas por favor, não me magoes !
Para mim, ou as coisas são, ou as coisas nunca foram ! Ainda não me debrucei o suficiente sobre este assunto para me poder maguar de uma vez e perceber: que nunca foi !
por favor faz com que passe, faz com que deixe de doer. tenho saudades de te conhecer, tenho saudades de andar de mão dada contigo e te contar tudo, como sempre fizemos !
sonhei que voltavas, e depois a tua ex-namorada veio falar comigo. sonhei que te afastaste outra vez, que te arrancaste de mim, quando acordei com o meu grito e com a respiração a mil, percebi que a ultima coisa que quero na vida, é que voltes a devorar-me os dias e as noites, como fazias em Maio, quando me abandonaste sem me avisar !
não voltes, se não for para tratares da nossa casa, se não for para nos completar-mos, não voltes. nem a mim, nem aos meus sonhos !
não me queiras, não me ames, não te sinta ! mas por favor, não me magoes !
sábado, 17 de setembro de 2011
my little piece of heaven.
ontem voltei a não te ver ! as aulas começaram, sei que se lá estiveres estás num turno da tarde mas começo a desconfiar da tua presença naquela escola, no meu mundo estás, e estarás sempre. pergunto-me todos os dias se se tu mudasses de escola, me avisavas, e respondo-me sempre o mesmo. não há nada que possa fazer mais em relação àquilo que sinto por ti, que sinto quando penso que já fomos, e não vamos voltar a ser..
«the future for me is already a thing of the past, you were my first love, and you will be my last.»
continuo aqui, à tua espera, mal possas, mal queiras: sê meu !
«the future for me is already a thing of the past, you were my first love, and you will be my last.»
continuo aqui, à tua espera, mal possas, mal queiras: sê meu !
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
halls.
hoje não te vi. também não te procurei. felizmente os meus olhos nao desceram até ao E para saber onde ias estar, se perto, se longe: achas que estou finalmente livre desses fantasmas melhor amigo?
agora sim, é mesmo como se tivesses morrido, melhor: é como se nunca tivesses existido !
agora sim, é mesmo como se tivesses morrido, melhor: é como se nunca tivesses existido !
private life of a blogger.
quando tu partiste, levaste tudo contigo, a minha alma, o meu coração, a 'nossa' casa..
esqueceste-te de me vir trazer a casa todos os dias ao inicio da noite, esqueceste-te que precisava que continuasses a ligar-me quando fosse adormecer, esqueceste-te até que precisava que apanhasses o mesmo autocarro que eu, ou que recebesse uma mensagem tua logo de manhã.
ainda passo os dias a arranjar uma explicação para teres ido embora, para teres ido tão facil e levianamente. vêm-me coisas à cabeça como «a nova namorada dele é perfeita», «obvio que nunca gostou de mim» e «cansou-se de mim, de sofrer comigo», são todas elas logicas mas nenhuma é confirmada por ti, e isso transforma cada dia em anos, décadas deles, em que nada faz sentido e tudo me irrita.
se ainda pudesse chamar-te melhor amigo como chamava antes de termos confundido as coisas, podia falar-te na terceira pessoa, pedir-te conselhos sobre ti proprio sem saberes, podia pedir-te que o (te) tirasses da minha vida, podia pedir-te uma justificação tua para ele (tu) me ter(es) deixado.
vou continuar à espera que ganhes coragem para acabar comigo, Pedro. vou continuar à espera da tua justificação.
se ao menos agora, pudesse ter a certeza de que «o que é nosso volta sempre» em vez de que «o que um dia foi nunca voltará a ser»
amanhã recomeçam as aulas, sê meu !
esqueceste-te de me vir trazer a casa todos os dias ao inicio da noite, esqueceste-te que precisava que continuasses a ligar-me quando fosse adormecer, esqueceste-te até que precisava que apanhasses o mesmo autocarro que eu, ou que recebesse uma mensagem tua logo de manhã.
ainda passo os dias a arranjar uma explicação para teres ido embora, para teres ido tão facil e levianamente. vêm-me coisas à cabeça como «a nova namorada dele é perfeita», «obvio que nunca gostou de mim» e «cansou-se de mim, de sofrer comigo», são todas elas logicas mas nenhuma é confirmada por ti, e isso transforma cada dia em anos, décadas deles, em que nada faz sentido e tudo me irrita.
se ainda pudesse chamar-te melhor amigo como chamava antes de termos confundido as coisas, podia falar-te na terceira pessoa, pedir-te conselhos sobre ti proprio sem saberes, podia pedir-te que o (te) tirasses da minha vida, podia pedir-te uma justificação tua para ele (tu) me ter(es) deixado.
vou continuar à espera que ganhes coragem para acabar comigo, Pedro. vou continuar à espera da tua justificação.
se ao menos agora, pudesse ter a certeza de que «o que é nosso volta sempre» em vez de que «o que um dia foi nunca voltará a ser»
amanhã recomeçam as aulas, sê meu !
domingo, 11 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
já que eu não posso.

lembro-me que fomos melhores amigos, e depois um só. lembro-me que a tua mão condizia perfeitamente com a minha, bem como a tua alma. lembro-me que isto deixou de te interessar, nove meses depois, lembro-me dos dias a chorar, das noites de panico, dos dias à porta de tua casa, só para te ver ao longe.
lembro-me da raiva com que me afastaste, não mereci isso, porque nunca te fiz mal a esse ponto, antes pelo contrario. não reconheço em ti, qualquer traço do rapaz que conheci naquela tarde de amor, em que ambos nos fizemos bem, um ao outro. não sei a tua história, não sei a tua vida neste momento, sei vagamente da tua nova namorada, com que sonho e outras vezes me magoo.
sei que neste momento não significo um milimetro da tua vida, nem da tua história, do teu caminho futuro. sei porque não foste humano suficiente para me dar uma resposta à mensagem que te enviei, foi a última, prometo !
doi cá dentro, lembraste de todas as minhas cicatrizes? conta agora contigo. já que eu não posso.
lembro-me da raiva com que me afastaste, não mereci isso, porque nunca te fiz mal a esse ponto, antes pelo contrario. não reconheço em ti, qualquer traço do rapaz que conheci naquela tarde de amor, em que ambos nos fizemos bem, um ao outro. não sei a tua história, não sei a tua vida neste momento, sei vagamente da tua nova namorada, com que sonho e outras vezes me magoo.
sei que neste momento não significo um milimetro da tua vida, nem da tua história, do teu caminho futuro. sei porque não foste humano suficiente para me dar uma resposta à mensagem que te enviei, foi a última, prometo !
doi cá dentro, lembraste de todas as minhas cicatrizes? conta agora contigo. já que eu não posso.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
algarve
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