terça-feira, 6 de setembro de 2011

já que eu não posso.



lembro-me que fomos melhores amigos, e depois um só. lembro-me que a tua mão condizia perfeitamente com a minha, bem como a tua alma. lembro-me que isto deixou de te interessar, nove meses depois, lembro-me dos dias a chorar, das noites de panico, dos dias à porta de tua casa, só para te ver ao longe.
lembro-me da raiva com que me afastaste, não mereci isso, porque nunca te fiz mal a esse ponto, antes pelo contrario. não reconheço em ti, qualquer traço do rapaz que conheci naquela tarde de amor, em que ambos nos fizemos bem, um ao outro. não sei a tua história, não sei a tua vida neste momento, sei vagamente da tua nova namorada, com que sonho e outras vezes me magoo.

sei que neste momento não significo um milimetro da tua vida, nem da tua história, do teu caminho futuro. sei porque não foste humano suficiente para me dar uma resposta à mensagem que te enviei, foi a última, prometo !

doi cá dentro, lembraste de todas as minhas cicatrizes? conta agora contigo. já que eu não posso.

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