aptece-me bater-te, aptece-me ir ter contigo e humilhar-te, aptece-me pegar nas tuas coisas e atira-las pela janela, aptece-me morrer do nojo que sinto por ti, por mim, e pelo meu corpo. aptece-me nunca mais te falar, aptece-me arrancar-te tudo com uma agulha, aptece-me apertar-te até rebentares, até explodires, mas sei que nem isto mereces. não mereces os teus pais, nao mereces o teu avô, nao mereces o chão que pisas nem sequer o ar que respiras. nao mereces aquilo que sou, nem aquilo que vou ser daqui para a frente, nao mereces o teu apelido, nem a tua casa, não mereces sequer o pôr do sol. sejamos sinceros: nao mereces nada!
Ao fim de um ano e pouco: obrigada. Diz a quem de direito faça bom proveito, se conseguir.
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