ele é quente. e às vezes frio. tão frio. quando sorri o mundo cai bem abaixo dos meus pés. e o meu coração bate depressa, acontece o mesmo quando me mentes, quando és infantil, quando me dás pouco e eu exijo tanto. mas o coração não bate depressa, não amor, bate longe. de ti e de nós, e daquilo que nós queremos no futuro. entendes?
desculpa quando falho, quando te ligo a qualquer hora e te obrigo a estares disponível, obrigada por estares sempre. desculpa se pareço chata ou obcecada em relação a certas partes de nós. eu sou carente... tão carente meu amor!... tão carente de ti! do teu corpo, das tuas mãos no meu corpo, no meu peito, no nosso sexo. e a minha cama é tão pequena para nós os dois e fica tão imensamente grande quando estou só eu. todas as noites preciso de ti, mas tu não sabes. todas as noites, mesmo antes de adormecer penso em ti, e quando acordo, lá estás tu, meu amor, outra vez. tenho o teu nome cravado no meu peito, todas as tuas palavras bonitas, todos os teus gestos sinceros. não sei se te peço que fiques, porque no fundo, sei que não vais poder ficar para sempre. a vida ensinou-me isso. mas promete-me que nos aproveitas. porque temos 21 anos e agora é que é o momento de sermos felizes, juntos!
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terça-feira, 17 de maio de 2016
Tu, meu amor
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