Podia perfeitamente ter sido eu a escrever: O teu carro, e aquele som, se falha o rádio mostras-me o teu dom. Aos meus ouvidos soa bonito. logo à noite vou sentir o teu pé, a conchinha, o cafuné. adormecemos de mão dada a conversar de madrugada. Vem dizer-me sim.
Porquê deitar fora o que é tão puro e bonito?
Adelaide Ferreira
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