domingo, 6 de outubro de 2013

arrepios.

«eu simplesmente não posso existir num mundo onde tu não existas. eu amo-te, e sempre te amei, e quando me fui embora... quando me fui embora, não fui porque quis, fui porque teve que ser, porque eu tinha que ir, mas esses foram os tempos mais difíceis de toda a minha vida. és a minha vida agora. protege-te. toma conta de ti, e toma conta do meu coração, deixei-o contigo. não me podes fazer ir para um sítio onde tu não estejas, essa é a minha definição de inferno. quando partiste, foi como se tivesses levado metade de mim contigo. não és como ninguém que eu conheço. Eu podia ver nos teus olhos, que honestamente acreditaste que eu não te queria mais. O conceito mais absurdo, mais ridículo – como se houvesse alguma forma de eu existir sem precisar de ti. Sabes, se não estivesses a tentar roubar-me a razão da minha existência eu até podia gostar de ti. Ela é a razão da minha existência»


Stephanie Mayer

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